O nome “whey”, vende. O nome “suplemento”, vende.
Por diferentes questões, que não vem ao caso aqui.

O cerne da questão, não precisa estar escrito “whey” OU “rico em proteína” para uma alimento ter alto teor proteico.

Vamos usar estes 3 iogurtes como exemplo. No dia a dia, indico estes, bem como os naturais, e outras marcas que confio.

ATENTEM a estes 3 iogurtes. NENHUM TEM ALEGAÇÃO DE SER RICO EM PROTEINA.

SKYR - Moo: meu preferido, em termos de relação proteína/carboidrato – aqui representado pela marca mais “limpa que temos” – Moo.
200g do mesmo, tem mais proteína do que a maioria dos iogurtes com alegação proteica. O melhor do Skyr é que a densidade, cremosidade e qualidade do mesmo, é em função sua forma de produção. Sem conservantes, sem aditivos, apenas leite e fermento lácteo.

GREGO – Yorgus: hoje, por uma questão de marketing, eles vendem com alegação proteica...Mas quando entraram no mercado, não.
Assim como o Skyr, os primeiros da Yorgus sempre tiveram alto teor proteico, pelo mesmo motivo, forma de produção. Sem conservantes, sem aditivos, apenas leite e fermento lácteo.

TAMBO: é uma marca nossa, aqui do RS, que naturalmente tem uma relação boa de proteína/carboidrato.

Costumo explicar que é similar a uma barrinha simples de proteína, mas sem a “química” de muitas destas. Colega aqui do Sul que segue mesma linha, é o SANS SOUCI. Ambos presam pela qualidade – apenas leite, fermento lácteo e com versões com frutas.

NÃO SE ENGANE COM APELOS DO MARKETING – SEJA CRÍTICO – COMPARE OS RÓTULOS.
MENOS É MAIS, quando falamos de “produtos de prateleira”. Lembram?